seminário: sala de aula. Sobre ” Dimensões comunicativas no ensino de línguas” cap VIII

“Dimensões comunicativas no ensino de línguas”

Capítulo 8

“Como avalia um professor que começa a ensinar língua estrangeira num contexto comunicativo”

Contexto

Uma pesquisa de avaliação da aprendizajem de uma nova língua num contexto comunicativo

Desde o enfoque nocio-funcional.

Enfoque no funcional                                                                   Forma de organizar os conteúdos numa

No organizado                 Método áudio-lingual                     forma comunicativa, segundo Clara( prof)

Dados e procedimentos

Questionário

  • A avaliação é percebida como problema?
  • Tipo de avaliação e frequência

Respostas ( Comparadas com publicações, autores: Monrow-Caroll-Werche)

Características teóricas de avaliações comunicativas:

  1. A valiação deve-me dizer “O que o aprendiz é capaz de fazer na realidade”
  2. Finalidade e necessidade da linguagem a ser criada ( situações reais)
  3. As tarefas e recortes comunicativos devem permitir “Imprevisibilidade”
  4. Avaliação deve ser: Comunicativa, qualitativa e tem que ter caráter global (a partir de situações reais)

(Clara intervenção explica um pouco sobre a função comunicativa e dá exemplos: “Use o subjuntivo criando cartaz ou cartões, aí eu peço um conteúdo linguístico”. “Abordagem quantitativa ele usou o subjuntivo cinco vezes deu resultado não talvez gramaticalmente”)

Os resultados da pesquisa

Os professores  não utilizavam formatos antigos de testes gramaticais, também não utilizavam testes formais de desempenh comunicativo.

“As escolas precisam de métodos quantitativos o que não é o melhor.”

Eles (os autores) pensavam a finalidade da avaliação e a utilidade que o aluno pode dar à língua. Todos adotavam uma avaliação qualitativa por exemplo, colocavam uma qualificação:

Muito bem!, tem que estudar mais, etc

Procedimentos de avaliação

Como avaliar numa aula comunicativa?

-Através da observação continua (o professor leva fichas com tópicos)

-Comunicativo-oral  (propor uma situação, por exemplo que o aluno peça alguma coisa para  a professora)

-Comunicativo- escrito (os alunos tem que encher uma mala com roupa de inverno e outra com roupa de verão e escrever que colocaram nas malas)

[Não é muito utilizada a autoavaliação, nem combinar a autoavaliação com a avaliação dos professores, comentário de uma aluna]

(Jeanne intervenção: “se pode fazer autoavaliação a partir de uma gravação dos próprios alunos falando e que logo eles escutem os áudios”)

[os professores não deveriam de lado a gramática, comentário de uma aluna]

Conclusões

Então os professores tem que:

-avaliar conhecimento e desempenho

-confrontar ao aprendiz

-avaliar em termos de conceitos e não de números.

Expoentes: Beba Santos, Emiliana Martínez, Ruth

Redatora: Natalia Arenas

 

 

TEMA: ESTRUTURAS PARA A AVALIAÇÃO DE TECNOLOGIAS DE APRENDIZAGEM    MULTIMÍDIA

 

INTRODUÇÃO

 

 

PROBLEMA:

 

 

                As novas tecnologias usadas na educação requerem professores capacitados que saibam como utilizá-las em benefícios do aprendizado do aluno, mas o que se percebe é uma reação negativa de muitos educadores a essas inovações. Muitos insistem em utilizar métodos tradicionais de ensino por não saberem lidar com novos instrumentos tecnológicos. “[…] o homem está irremediavelmente preso ás ferramentas tecnológicas em uma relação dialética entre a adesão e a critica ao novo”. (PAIVA, 2008. p.1). Estas novas metodologias  pressupõem uma nova modalidade de avaliação. O  professor deverá possuir base teórica consistente, clara concepção do objetivo da aprendizagem e da metodologia a ser utilizada, assim como do processo de avaliação de acordo com a visão construtivista do conhecimento (Struchiner  et al., 1998)

 

JUSTIFICATIVA:

 

             A educação do século XXI trouxe consigo grandes desafios para docentes e para todo indivíduo envolvido com o ensino. Novos sujeitos da aprendizagem submersos numa realidade tecnológica, que sem pedir licença se apropriaram da atenção, interesse e motivação dos  estudantes.

           A avaliação é um processo necessário, no desenvolvimento de qualquer novo currículo. Um fato a destacar +e que, nos parâmetros curriculares nacionais, elaborados pelo MEC  Entretanto quando a tecnologia também está envolvida, o processo se torna ainda mais complexo.   Por isso, com a criação das TIC’S o desafio pedagógico teve um primeiro plano de ação, aplicando programas e projetos que combinaram tecnologias e ensino. Mas para comprovar que os objetivos foram atingidos, precisamos avaliar formativa e qualitativamente utilizando este novo modelo, mudando a lógica e a percepção que temos da educação e refletindo diariamente sobre nossa prática, transformando estruturas tradicionais

 

 

 

HIPOTESE:

 

             Da mesma forma que o planejamento, a avaliação, na perspectiva construtivista, é diferenciada da tradicional. Apesar de ser uma questão em aberto, há algumas diretrizes que podem orientar o processo de avaliação do desempenho do estudante em projetos educacionais com utilização de novas tecnologias nesse novo programa.

             Quando pensamos em tecnologia a favor da educação, devemos vê-la como um conjunto de ferramentas que proporciona ao professor várias vantagens, como a praticidade para adquirir as informações necessárias à construção do conhecimento ao longo da sua vida. A soma dos métodos antigos com as novas descobertas linguísticas e tecnológicas vem dando aos professores, que a aderiu, suporte necessário no desenvolvimento das suas atividades.

            Usar a tecnologia a favor da educação é saber utilizá-la como suporte auxiliar na busca da qualidade do processo educacional. “Tecnologia é um conjunto de discursos, práticas, valores e efeitos sociais ligados a uma técnica particular num campo particular” (BELLONI, 1997. p.53). Os novos recursos tecnológicos são para ajudar o professor no processo de ensino aprendizagem e cabe ao professor perceber qual recurso deve, quando e como usar.

           A pesquisa científica deve fazer parte da vida do educador. Assim o professor supera um conhecimento já existente sobre um determinado assunto e abre um novo mundo de descoberta por meio da curiosidade e do interesse de cada um sabendo, claro, separar o que é seu, do que é do outro, respeitando as informações que foram obtidas por meio desta busca.

 

METODOLOGIA

Os dois tipos principais de avaliação multimídia, geralmente são os procedimentos formativo e somativo. A avaliação formativa (Carrol, Singley e Rosson, 1992) investiga o planejamento do software/material do curso conforme o percurso do planejamento do mesmo, diferente da somativa que avalia o planejamento após estar completo. Respeito à avaliação formativa, as limitações de tempo e de número de alunos  levam a uma estimativa comumente chamada “rápida e impura”. Frequentemente esta estimativa produz dados não susceptíveis de análise estatística, por tanto dificilmente generalizáveis.

Draper e Brown (1198) propõem uma abordagem integradora para a avaliação e descrevem uma metodologia em dois graus de profundidade. Seu “método externo” é similar a “o contexto do estudo” de Jones et AL (1996). Nestas abordagens se enfatiza a necessidade de colaboração entre professores e criadores. A próxima fase “o método interno” é o planejamento de instrumentos de teste e métodos de observação, entre os que se incluem:

        – questionário sobra a experiência com a tarefa

        – questionário sobre a experiência com computadores

       – testes de conhecimento

      – observações

      – questionário após tarefa

      – entrevistas

      – registros da confiança dos estudantes.

      – questionário sobre recursos da aprendizagem

Consideramos que tanto na avaliação centrada nos resultados de aprendizagem, na avaliação centrada na utilização em contexto, quanto a avaliação centrada nas características intrínsecas do produto, salientamos o papel dos professores como agentes decisivos e responsáveis pela exploração de produtos multimídia no processo de aprendizagem. Também achamos importante a triangulação dos estudos baseados nos estudantes, nas tecnologias a aplicar e os relatos dos professores.

Fernando Alburquerque Costa propõe como objetivo de identificação sumária de cada produto, uma Ficha de Identificação e Registro de Software, como o objetivo de uma descição de caráter mais detalhado, uma Ficha de Descrição Detalhada estruturada em dimensões. Para emissão de juízos de valor sobre cada produto: Grelhas de Avaliação Especializadas (com bases pedagógicas, psicológicas, de conteúdo, técnicas, etc.) para trazar um perfil dos produtos. Sínteses Descritivas do Potencial Pedagógico para una consulta rápida e eficaz e Relatos de Utilização e Boas Práticas para refletir com fidelidade o processo, e para um enquadramento curricular, estrategias alternativas, propostas de articulação com outro tipo de meios, etc.

 

MARIA REARTE  –  LAURA LÓPEZ VARGAS

 

Integración Curricular de las TICs: Conceptos e Ideas

Integración Curricular de las TICs: Conceptos e Ideas

Deixo com vocês um texto interessante sobre a integração curricular das TIC’s

“Resumen:Uno de los temas de mayor preocupación de lossistemas educacionales es la integración curricular de las TICs.Una vez que se posee la tecnología y los profesores aprenden ausarla, el tema que surge es cómo integrarla al currículo. Alrespecto, la literatura sobre integración curricular de TICs no esdel todo clara en su conceptualización y orientación. Este estudiotiene por finalidad revisar el concepto de integración curricularde tecnologías, proponiendo una conceptualización,requerimientos y niveles para la integración y apropiacióncurricular de las TICS.”

p.s: é só clicar no título que vocês poderão visualizar o texto.

SEMINÁRIO DE DIDÁTICA – PROJETO Tema: A música como recurso didático par a motivação nas aulas de portugués como LE para adolescentes

SEMINÁRIO DE DIDÁTICA – PROJETO Tema: A música como recurso didático par a motivação nas aulas de portugués como LE para adolescentes. Problema: Quais são as vantagens da utilização da música como um recurso didático e como usá-la de forma pedagógica na sala de aula? Justificativa: A música é muito importante na vida dos adolescentes, pois ela se encontra em vários ambientes da vida dos mesmos. Portanto, trabalhar com música na sala de aula é continuar o universo que o adolescente traz consigo. Ela é rica em expressões sonora e propicia o desenvolvimento da acuidade cerebral auditiva, característica esta que é de grande importância para a aprendizagem de idiomas; além de ajudar na identificação do som e suas variantes trabalhando assim a fonética. Através da música acontece o desenvolvimento do raciocínio, da sensibilidade tornando-o mais receptivo a outras áreas do saber e a favorece a interação transmitindo ideias e informações que fazem parte da comunicação social. Após o conhecimento de vários estilos musicais, podemos ter ideia de que as músicas falam de vários assuntos, de várias formas; e também pode trazer marcas de oralidade e a variedade de padrão da língua. Todo gênero textual é produzido sob determinadas circunstâncias para serem lidos em algum lugar. Com a música não é diferente. Ela desempenha uma enorme função social, ao expressar sentimentos em que o ouvinte se identifica com o compositor que pode falar de anseios, desejos, sonhos de um ser humano e um mundo melhor. Falar também de uma vida simples do campo, do ganhar o pão com o suor do rosto, dos amores perdidos, em fim temas universais. Dependendo do gênero o professor pode trabalhar aspectos das classes socais…

Dupla Mary Jeanne Coelho e Martinez Maria

Dupla Mary Jeane Coelho e Maria Martinez

 

 

 

 

 

 

 

TEMA: estruturas para a avaliação de tecnologias de aprendizagem multimídia. Maria Rearte – Laura López Vargas

Seminário PLE

TEMA: ESTRUTURAS PARA A AVALIAÇÃO DE TECNOLOGIAS DE APRENDIZAGEM    MULTIMÍDIA

 

INTRODUÇÃO

 

 

PROBLEMA:

 

 

                As novas tecnologias usadas na educação requerem professores capacitados que saibam como utilizá-las em benefícios do aprendizado do aluno, mas o que se percebe é uma reação negativa de muitos educadores a essas inovações. Muitos insistem em utilizar métodos tradicionais de ensino por não saberem lidar com novos instrumentos tecnológicos. “[…] o homem está irremediavelmente preso ás ferramentas tecnológicas em uma relação dialética entre a adesão e a critica ao novo”. (PAIVA, 2008. p.1). Estas novas metodologias  pressupõem uma nova modalidade de avaliação. O  professor deverá possuir base teórica consistente, clara concepção do objetivo da aprendizagem e da metodologia a ser utilizada, assim como do processo de avaliação de acordo com a visão construtivista do conhecimento (Struchiner  et al., 1998)

 

JUSTIFICATIVA:

 

             A educação do século XXI trouxe consigo…

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TEMA: ESTRUTURAS PARA A AVALIAÇÃO DE TECNOLOGIAS DE APRENDIZAGEM    MULTIMÍDIA

 

INTRODUÇÃO

 

 

PROBLEMA:

 

 

                As novas tecnologias usadas na educação requerem professores capacitados que saibam como utilizá-las em benefícios do aprendizado do aluno, mas o que se percebe é uma reação negativa de muitos educadores a essas inovações. Muitos insistem em utilizar métodos tradicionais de ensino por não saberem lidar com novos instrumentos tecnológicos. “[…] o homem está irremediavelmente preso ás ferramentas tecnológicas em uma relação dialética entre a adesão e a critica ao novo”. (PAIVA, 2008. p.1). Estas novas metodologias  pressupõem uma nova modalidade de avaliação. O  professor deverá possuir base teórica consistente, clara concepção do objetivo da aprendizagem e da metodologia a ser utilizada, assim como do processo de avaliação de acordo com a visão construtivista do conhecimento (Struchiner  et al., 1998)

 

JUSTIFICATIVA:

 

             A educação do século XXI trouxe consigo grandes desafios para docentes e para todo indivíduo envolvido com o ensino. Novos sujeitos da aprendizagem submersos numa realidade tecnológica, que sem pedir licença se apropriaram da atenção, interesse e motivação dos  estudantes.

           A avaliação é um processo necessário, no desenvolvimento de qualquer novo currículo. Um fato a destacar +e que, nos parâmetros curriculares nacionais, elaborados pelo MEC  Entretanto quando a tecnologia também está envolvida, o processo se torna ainda mais complexo.   Por isso, com a criação das TIC’S o desafio pedagógico teve um primeiro plano de ação, aplicando programas e projetos que combinaram tecnologias e ensino. Mas para comprovar que os objetivos foram atingidos, precisamos avaliar formativa e qualitativamente utilizando este novo modelo, mudando a lógica e a percepção que temos da educação e refletindo diariamente sobre nossa prática, transformando estruturas tradicionais

 

 

 

HIPOTESE:

 

             Da mesma forma que o planejamento, a avaliação, na perspectiva construtivista, é diferenciada da tradicional. Apesar de ser uma questão em aberto, há algumas diretrizes que podem orientar o processo de avaliação do desempenho do estudante em projetos educacionais com utilização de novas tecnologias nesse novo programa.

             Quando pensamos em tecnologia a favor da educação, devemos vê-la como um conjunto de ferramentas que proporciona ao professor várias vantagens, como a praticidade para adquirir as informações necessárias à construção do conhecimento ao longo da sua vida. A soma dos métodos antigos com as novas descobertas linguísticas e tecnológicas vem dando aos professores, que a aderiu, suporte necessário no desenvolvimento das suas atividades.

            Usar a tecnologia a favor da educação é saber utilizá-la como suporte auxiliar na busca da qualidade do processo educacional. “Tecnologia é um conjunto de discursos, práticas, valores e efeitos sociais ligados a uma técnica particular num campo particular” (BELLONI, 1997. p.53). Os novos recursos tecnológicos são para ajudar o professor no processo de ensino aprendizagem e cabe ao professor perceber qual recurso deve, quando e como usar.

           A pesquisa científica deve fazer parte da vida do educador. Assim o professor supera um conhecimento já existente sobre um determinado assunto e abre um novo mundo de descoberta por meio da curiosidade e do interesse de cada um sabendo, claro, separar o que é seu, do que é do outro, respeitando as informações que foram obtidas por meio desta busca.

 

Ensino de português como língua estrangeira nas empresas. (Natalia Arenas e Florencia Zangheri)

Oi pessoal, apresentamos nosso tema de pesquisa (aceitamos sugestoes) 

Tema:

Estratégias de motivação para alunos que fazem cursos obrigatórios de língua estrangeira nas empresas.

Justificativa:

Os alunos das empresas que fazem cursos obrigatórios de português como língua estrangeira o fazem sem interesse.

Problema:

Como é que podemos motivar a aprendizagem para os alunos de empresas? Quais estratégias  de motivação existem? Qual é a opinião dos alunos sobre o ensino no lugar de trabalho? Qual é o enfoque a adotar?

Justificativa:

Os alunos das empresas que fazem cursos obrigatórios de português como língua estrangeira o fazem sem interesse, não levando a sério o aprendizado e fazendo exames de verificação e não de formação.

Hipótese:

Existem enfoques que trabalham com estratégias para motivar a aprendizagem dinâmica nas empresas, nas quais os alunos aprendem por obrigação e não por decisão própria.

 

PESQUISA-AÇÃO (pp.181 – 191)

ENGEL, Irineu Guido. EDUCAR EM REVISTA, Curitiba n.16. 2000. Editora da UFPR

A PESQUISA-AÇÃO  procura desenvolver o conhecimento e a compreensão como parte da prática. Intervém na prática n próprio decorrer do processo.

Este tipo de pesquisa constitui um meio de desenvolvimento profissional de dentro para fora pois parte das preocupações e interesses das pessoas envolvidas na prática, envolvendo-as em seu próprio desenvolvimento profissional (NUNAN, 1993).

A pesquisa –ação está mais perto da abordagem que considera que todo conhecimento científico é provisório e dependente do contexto histórico, no qual os fenômenos são observados e interpretados.

Entre as características do processo de pesquisa: 

.  o pesquisador intervém a fim de verificar a eficácia do novo procedimento.  Estratégias  e  produtos são úteis  para os envolvidos serem capazes de apreender e modificar sua situação.

.  è situacional: diagnostica um problema específico, com  um  fim prático.

.  não estaria interessada na obtenção de enunciados científicos

.  é autoavalitiva

ü.  é cíclica: “ as fases finais são usadas para aprimorar os resultados das fases anteriores””        (Engel:183)

 

Há consciência por parte do pesquisador que há algo a melhorar na área do ensino, é o problema

O pesquisador deve fazer , em princípio:

. Uma revisão bibliográfica

. Observação em sala de aula a partir de registros

. Levantamento de necessidades

 

Deve formular uma hipótese  baseada nas informações coletadas , a serem testadas.

A partir da situação problemática, o professor decide o modo de transmissão do conteúdo e põe em prática o plano esboçado.

A fim de ter subsídios para a medição do nível de participação dos alunos nas atividades de sala de aula professor pode recorrer a diferentes meios:

.  gravação das aulas

.  confronto entre a participação antes e depois da implementação do plano de aula

.  etc.

Para avaliar o plano de intervenção: conforme os dados coletados, resta ao professor analisá-los, interpretá-los e verificar se o plano surtiu efeito ou se deve ser aperfeiçoado. Caso o plano de intervenção  tenha levantado resultados altamente positivos, o professor pode comunicar sua experiência nos meios especializados. Em caso contrário, pode aperfeiçoar sua pesquisa.

Objeções:  a P-A  é situacional, no entanto  a tradicional vai mais além da solução de problemas práticos ou específicos.

A amostra da P-A geralmente é restrita e não representativa.

A P-A  tem pouco o nenhum controle  sobre variáveis independentes.

Como consequência  os resultados  na P-A só tem relevância local

Conclusão:  A pesquisa-ação é um instrumento valioso que apresenta subsídios para o ensino, embora de caráter provisório. Os problemas previamente testados  desde uma abordagem científica, são mais eficazes que aqueles  que não em essa base, alem  de procurar uma mudança, contrariamente a aqueles que deixam  a situação problemática no estado em que se encontra. A pesquisa-ação leva a soluções imediatas para problemas educacionais urgentes.

 María Rearte Torok  -Laura López Vargas.

seminario apuntes de sala de aula Laura e Gabriela

Unidade 7 apresentada em aula Gabriela Rolim e Laura Lopez Vargas Gabriela. Todo ensino de língua tem o foco na gramática a Edéia é levar esse foco ao ensino comunicativo. Cita ao autor Widdowson que ele disse que se pode dar essa transição. Exemplo: vamos tomar material que eles já conhecem, por exemplo, Geografia para não fugir do conhecimento que eles tem. Se eles têm conhecimento de língua materna, função nocional e funcional. Laura Como inserir a gramática dentro da comunicativa. Não é que a abordagem comunicativa se afaste da abordagem gramatical. Professora dá um exemplo do livro Bem Vindo que está organizado dentro de uma gramática. Como inserimos dentro de uma sistematização. Os alunos precisam de gramática. Laura da um exemplo, se os meninos têm uma dificuldade pegar mais exercícios sobre o tema. Nesse caso processamos organizar desde a gramática. Todo esta tentando mudar a u enfoque comunicativo. No final dessa tarefa para ter uma idéia o ensino é pelo uso. Os métodos que você vai usar sejam desde um enfoque comunicativo. Problema que se apresenta é uma abordagem hibrida não sabemos se estamos ensinando muito de um ou de outro. Qual é o lugar na Qual é o lugar na prática na aula de LE. Detenção comunicativa, Língua para comunicação. 

 

A AULA COMUNICATIVA DE LE NA ESCOLA – Jeanne Coelho  e María Elena Martínez

 

Tarefas por parte do professor:

ü  Planejar

ü  Corrigir

ü  Avaliar

ü  Compartilhar com colegas e coordenadores

ü  Aperfeiçoar-se

Tarefas por parte do aluno

ü  Fazer lição

ü  Aplicar conhecimentos

ü  Discutir em grupo

ü  Coletar material

A aula é um processo de aprender e ensinar línguas

ü  Modelo de hipóteses (Krashen, 1982):  organizador – filtro afetivo – insumo – monitor

              Mecanismos que operariam a filtragem emocional do insumo linguístico. No entanto, muitos

              problemas poderiam acontecer, além do ensino nas aulas.

Dificuldades de âmbito:

ü  Aluno:          os que nunca tiveram contato com outras línguas

                               a falta de consciência de que aprender uma LE não é só copiar e ler.

ü  Professor:    formação precária

                       Obedecer  os passos programados pelo Livro Didático, sem criatividade própria.

                       Livro Didático gramatizante.

 

A LE como clarão cultural

Possibilita ao aluno, não só conhecer outros códigos linguísticos, senão como também conhecer outras culturas

Macro fases de uma aula

ü  Fase 1: Clima e confiança 5 a 10 minutos

ü  Fase2:   Apresentação (de insumo novo) de 10 a 15 minutos

ü  Fase 3:  De ensaio e uso aprox. uns 20 minutos

ü  Fase 4:  Pano (fechamento do trabalho) 5 a 10 minutos

Redator: Laura López Vargas