TIPOS DE PESQUISA (ANA-BEBA-RUTH)

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Português língua estrangeira nas empresas – Natalia Arenas e Florencia Zangheri

Título:

A motivação no ensino de português como língua estrangeira nas empresas.

                                       

Tema:

Estratégias de motivação para alunos que fazem cursos obrigatórios de língua estrangeira nas empresas.

Justificativa:

Os alunos das empresas que fazem cursos obrigatórios de português como língua estrangeira o fazem sem interesse só por justificar sua presença em sala de aula.

É importante mudar esta realidade porque, no contexto atual as empresas têm interesse em que seus empregados adquiram conhecimentos em línguas estrangeiras para comunicar-se com seus colegas estrangeiros, já que se encontram em constante contato com outras sedes da mesma empresa ou outras empresas. Conhecer outra língua permite ampliar os horizontes e fazer novos negócios, além de investir na comunicação e interação empresarial.

Apresentar um novo produto ou um e-mail a um chefe que está em outro país é um obstáculo se o empregado não compartilha a mesma língua. Por isso, as empresas investem na capacitação de língua em todo seu pessoal

Problema:

Os alunos que tem língua estrangeira, como curso obrigatório, no horário de trabalho, não assistem as aulas com predisposição senão que pensam que o curso é uma hora livre de desabafo. Não concorrem as mesmas com o objetivo de conseguir um aprendizagem do idioma, por tanto a participação é mínima e o interesse é passar o curso para obter uma reconhecimento por parte da chefia.

A aprendizagem deixa de ser o foco das aulas perdendo seu objetivo.

Portanto, como podemos motivar aos alunos de língua estrangeira nas empresas segundo uma abordagem comunicativa? Levando em consideração que o curso é obrigatório e que os alunos tem que justificar seus conhecimentos na hora da avaliação.

Quais estratégias  de motivação existem? Qual é a opinião dos alunos sobre o ensino no lugar de trabalho? Qual é o enfoque a adotar?

Perguntas:

– Como motivar aos alunos para que assistam regularmente e participem das aulas de língua estrangeira?

– Que estratégias são apropriadas para esse tipo de aluno? Quais não servem?

– A escolha do material influi na motivação dos alunos?

 

Objetivos:

Gerais

– Conseguir que os alunos assistam regularmente às aulas com interesse de aprender a nova língua.

– Conseguir que o professor também esteja motivado e interessado em que os alunos aprendam.

 

Específicos

– Conhecer as técnicas e dinâmicas de trabalho que motivam aos alunos a participarem nas aulas.

– Conhecer os perfis dos grupos e as técnicas adequadas para cada.

– Escolher e preparar o material adequado aos interesses dos alunos.

 

Metodología de trabalho

A metodologia utilizada será exploratória  de tipo qualitativa baseada nos cursos de português língua estrangeira da empresa IMPSA. Observaremos e analisaremos como se desenvolvem os mesmos, quais são os temas do seu interesse, e tentaremos aplicar diferentes técnicas para avaliar como motivá-los. 

 

 

“Dimensões comunicativas no Ensino de Línguas”

Autor José Carlos Paes de Almeida Filho.

Capítulo I: Ensinar e aprender uma língua estrangeira na escola

 Redatora Emiliana Martinez

 

Aprender uma nova língua na escola está ligado aos valores e à importância que o grupo social ao qual a escola pertence dá a essa língua. É essa importância que determina quantas e quais línguas farão parte do currículo escolar.

A aprendizagem formal, escolar, deve se dar em duas modalidades para que essa língua estrangeira torne-se uma língua aprendida sem se restringir ao domínio de suas formas e do seu funcionamento, mas como meio de comunicação do grupo. 

Uma modalidade que busca o aprender consciente, de regras formais, típico de escola e outra que almeje a aquisição inconsciente de aprendizagem por meio de situações reais de construção dos significados da fala.

O ensinar, por sua vez, se compõe do conjunto de orientações de que o professor dispõe para encaminhar o aprender de uma língua estrangeira. Estão ligados ao ensino de uma língua estrangeira o planejamento dos cursos, a escolha dos materiais didáticos, os procedimentos para condução das aulas e os critérios de avaliação da língua.

É possível que a maneira de aprender de um aluno não seja compatível com a abordagem de ensinar que um professor utiliza, causando problemas, resistências e dificuldades no processo ensino-aprendizagem. Conhecer as distinções entre o aprender e o ensinar pode ser o primeiro passo para se trabalhar de forma mais consciente em busca de maiores sucessos na aprendizagem de uma língua estrangeira.

Emiliana Martinez e Gabriela Berbert Rolim

Metodologia

METODOLOGIA Para alcançarmos nossos objetivos, empreendemos inicialmente uma análise baseada na pesquisa de informação de dados a respeito do assunto em questão, investigando proposições feitas por diversos autores. O ideal seria que fizéssemos uma pesquisa elaborando questionário constituído de perguntas abertas e fechadas, visando à coleta de dados que proporcionassem uma análise de cunho prático sobre o uso da música na sala de aula como agente motivador. Também resolvemos expor nossa própria experiência do uso deste recurso, confrontando várias ideias a fim de evidenciar um possível estreitamento entre teoria e a prática. Recorremos à pesquisa aplicada onde os conhecimentos adquiridos são utilizados para aplicação prática voltada para a solução de problemas concretos da vida moderna. Tem como objetivo investigar, comprovar ou rejeitar hipóteses sugeridas pelos modelos teóricos nos baseando em experiência próprias. Também realizamos pesquisa bibliográfica, pois a mesma oferece meios que auxiliam na definição e resolução dos problemas. Permite também que um tema seja analisado sob novo enfoque ou abordagem, produzindo novas conclusões. De acordo com Gil (1987), não existem regras fixas para a realização de pesquisas bibliográficas, mas algumas tarefas que a experiência demonstra serem importantes. Dessa forma, seguiu-se o seguinte roteiro de trabalho: a) Exploração das fontes bibliográficas: livros, revistas científicas, teses, relatórios de pesquisa entre outros, que contêm não só informação sobre o tema, mas indicações de outras fontes de pesquisa; b) Leitura do material: conduzida de forma seletiva, retendo as partes essenciais para o desenvolvimento do estudo; c) Resumos de partes relevantes do material consultado;       Mery Jeanne Coelho e Maria Martinez